Tendências de ameaças cibernéticas em 2017

Tecnologia - 19/12/2016

O relatório de previsões do McAfee Labs aborda as opiniões de 31 líderes da Intel Security, examinando as tendências atuais em “cibercrime”

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Foto – Reprodução

A Intel® Security divulgou seu relatório de previsões do McAfee Labs sobre ameaças em 2017, que identifica 14 tendências de ameaças cibernéticas para serem observadas no próximo ano, além dos desenvolvimentos mais críticos para analisar em segurança na nuvem, bem como a segurança das Internet das Coisas e os seis mais difíceis desafios a serem enfrentados pela indústria de segurança cibernética.

O relatório reflete as opiniões de 31 líderes da Intel Security. Ele examina as tendências atuais em “cibercrime” e faz previsões sobre o que o futuro pode reservar para as organizações que trabalham no aproveitamento de novas tecnologias para avançar seus negócios e fornecer uma melhor proteção de segurança.

Prevenções de ameaças cibernéticas para 2017

Entre as principais prevenções de ameaças para 2017 estão:

–  Os ataques de Ransomware diminuirão em volume e eficácia no segundo semestre de 2017.

–  As vulnerabilidades do Windows continuarão a diminuir, enquanto as que visam o software de infra-estrutura e o software de virtualização aumentarão.

– Hardware e firmware serão cada vez mais alvo de atacantes sofisticados.

– Os ataques móveis combinarão bloqueios de dispositivos móveis com roubo de credenciais, permitindo que ladrões cibernéticos tenham acesso a contas de bancos e cartões de crédito.

– As guerras de anúncios irão aumentar e as novas técnicas usadas pelos anunciantes para exibir anúncios serão copiadas por invasores para aumentar as capacidades de entrega de malware.

– Hackers desempenharão um papel importante em expor questões de privacidade.

– Compartilhamento de inteligência de ameaça fará grandes avanços de desenvolvimento em 2017.

– A espionagem cibernética se tornará muito comum no setor privado.

– Os agentes físicos e de segurança cibernética colaborarão para fortalecer os produtos contra ameaças digitais.

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